Cileide Moussallem questiona substituição do termo “mãe” por “pessoas que gestam” em documento do governo federal
Empresária e jornalista critica mudança em nova Caderneta da Gestante
Luan
Jornalista
23/05/26
Atualizado às 01:19

A nova Caderneta da Gestante lançada pelo Ministério da Saúde gerou repercussão após utilizar repetidamente a expressão “pessoas que gestam” ao longo do documento oficial. O termo, associado a pautas de linguagem inclusiva e já defendido publicamente pela deputada federal Erika Hilton, aparece 14 vezes na publicação, enquanto a palavra “mãe” é citada apenas cinco.
No Amazonas, a empresária e jornalista Cileide Moussallem questionou a mudança e afirmou que o cenário representa o início de um apagamento da figura materna em documentos oficiais voltados à gestação e maternidade.
A discussão ganhou força nas redes sociais e reacendeu debates sobre linguagem neutra, identidade de gênero e o uso de novos termos em materiais públicos ligados à saúde da mulher.
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