Caso Benício: Justiça do Amazonas nega prisão de médica, mas suspende atuação profissional em Manaus

A Justiça do Amazonas negou o pedido de prisão preventiva da médica Juliana Brasil Santos, investigada pela morte do menino Benício Xavier em Manaus após aplicação incorreta de adrenalina. No entanto, o juiz determinou a suspensão cautelar do exercício profissional da médica por 12 meses, estendendo a medida à técnica de enfermagem Raiza Bentes Praia, devido ao risco à saúde pública.

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A Justiça do Amazonas decidiu não decretar a prisão preventiva da médica Juliana Brasil Santos, investigada pela morte do menino Benício Xavier, de 6 anos, ocorrida após a administração inadequada de adrenalina em uma unidade de saúde de Manaus. O juiz Fábio Olintho de Souza, da 1.ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, acatou o parecer do Ministério Público, mas considerou que a prisão seria desproporcional neste momento processual, já que o risco à sociedade seria neutralizado com o afastamento da atividade profissional. Contudo, para garantir a segurança da população, o magistrado impôs medidas cautelares, incluindo a suspensão cautelar do exercício profissional da médica por um período de 12 meses, prorrogável. A mesma medida foi estendida à técnica de enfermagem Raiza Bentes Praia. O descumprimento das cautelares poderá levar à decretação da prisão preventiva. Benício faleceu em novembro após receber o medicamento intravenoso, um procedimento considerado inadequado. A médica teria admitido o erro posteriormente. Além da suspeita de homicídio doloso por dolo eventual, a profissional pode responder por falsidade ideológica e uso de documento falso, por supostamente usar um carimbo de pediatria sem a devida especialização reconhecida. A Polícia Civil do Amazonas prossegue com as investigações. As informações são do portal Em Tempo (https://emtempo.com.br/440302/policia/caso-benicio-justica-nega-prisao-de-medica-e-suspende-atuacao-profissional/).

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