PC-AM solicita prisão preventiva de vizinha acusada de esfaquear irmãs no bairro Flores, em Manaus
A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) pediu a prisão preventiva de Islane dos Santos João, investigada por esfaquear duas vizinhas, irmãs, no bairro Flores, em Manaus, na noite de 30 de dezembro. Uma das vítimas sofreu um grave ferimento no braço com risco de morte, necessitando de cirurgia de emergência. A acusada está foragida.
Tucupi

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A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) formalizou o pedido de prisão preventiva contra Islane dos Santos João, a mulher suspeita de agredir a faca duas vizinhas, irmãs, no bairro Flores, localizado na zona centro-sul de Manaus. O violento episódio ocorreu na noite do dia 30 de dezembro, quando as vítimas, Yamiles Coelho Martins e Mila Cristie Coelho Martins, foram surpreendidas pela acusada no momento em que chegavam à própria residência. A natureza do ato, que está sendo investigado como tentativa de homicídio qualificado por motivo fútil, gerou grande repercussão na comunidade local devido à crueldade empregada pela suposta agressora contra as moradoras vizinhas, intensificando a pressão sobre as autoridades para a rápida localização da investigada.
Conforme detalhado no inquérito policial conduzido pela PC-AM, a dinâmica do ataque indica que Islane dos Santos João utilizou um instrumento cortante para atingir Yamiles primeiro, desferindo um golpe em suas costas. Em seguida, o ataque foi direcionado a Mila Cristie, que recebeu uma lesão de extrema gravidade no braço esquerdo. Este ferimento atingiu uma área vascular crítica, colocando a vida da vítima em risco iminente e exigindo uma intervenção médica imediata e especializada. Devido à seriedade da lesão, Mila Cristie foi transportada às pressas e submetida a uma cirurgia vascular de urgência no Hospital Platão Araújo, onde permaneceu internada sob monitoramento intensivo para garantir a recuperação funcional do membro afetado, conforme confirmado por fontes ligadas à Secretaria de Saúde do estado.
Testemunhas que presenciaram a cena informaram aos investigadores que, após consumar as agressões, a suspeita empreendeu fuga imediata do local a bordo de um veículo de cor vermelha, sem prestar qualquer socorro ou assistência às mulheres feridas. O delegado responsável pelo caso fundamentou o pedido de prisão cautelar na evidência da premeditação e na violência extrema demonstrada por Islane, elementos que justificam a necessidade de afastá-la do convívio social para a garantia da ordem pública e para assegurar o prosseguimento das investigações. A justificativa central é o risco que a investigada, que se encontra foragida, representa, dada a sua capacidade de cometer atos de violência grave, conforme demonstrado recentemente contra as vizinhas. O pedido aguarda agora o deferimento da Justiça para que as buscas pela foragida sejam intensificadas.
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