Aeronave que caiu no mar em Copacabana é retirada das águas após investigação inicial
Aeronave que caiu no mar de Copacabana, Rio de Janeiro, foi retirada da água neste domingo (28). O acidente, ocorrido no sábado, vitimou o piloto e agora será investigado. A prefeitura informou que a propaganda aérea veiculada no momento da queda não possuía autorização específica.
Tucupi

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Uma operação complexa foi finalizada no início da tarde deste domingo (28) com a remoção da aeronave que havia caído no mar da famosa Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, no dia anterior. A retirada dos destroços exigiu a mobilização de um rebocador equipado com um guindaste de grande porte, e as autoridades isolaram a área marítima e costeira para assegurar a integridade da operação e a segurança dos envolvidos, minimizando qualquer risco adicional após o trágico acidente que ceifou a vida do piloto. O trabalho de resgate ocorreu sem maiores incidentes, permitindo que a perícia técnica pudesse iniciar a análise das causas do sinistro que chamou a atenção de banhistas e moradores da Zona Sul carioca durante o final de semana.
Os restos da pequena aeronave, que, segundo relatos, estava executando um voo de propaganda aérea no momento da queda, serão agora transferidos para o órgão técnico especializado. Este setor será responsável por conduzir uma investigação minuciosa e detalhada a fim de determinar as causas exatas que levaram ao sinistro, que ocorreu na altura dos postos 3 e 4 da orla carioca. As autoridades já confirmaram a identidade da vítima fatal como sendo o piloto Luiz Ricardo Leite de Amorim, de 40 anos. Fontes ligadas ao Corpo de Bombeiros indicaram que este poderia ter sido o primeiro voo do tripulante utilizando aquele modelo específico de aeronave, um fator que certamente será considerado relevante para as investigações que seguem em curso sobre a tragédia.
Além da apuração técnica sobre falha mecânica ou humana, a Secretaria Municipal de Ordem Pública do Rio de Janeiro (Seop-RJ) trouxe um detalhe adicional de grande relevância administrativa e regulatória. A prefeitura esclareceu que, embora a empresa titular do serviço, a Visual Propaganda Aérea – Eireli, possua habilitação geral para operar no município, a faixa publicitária específica que estava sendo exibida no momento da queda não possuía a licença especial e a autorização municipal requerida para aquela veiculação em particular. Este aspecto legal será parte integrante da análise subsequente, que buscará estabelecer a responsabilidade completa sobre o evento trágico que impactou a orla carioca neste final de semana, conforme noticiado pelo Jornal de Brasília.
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