Lula condena Hamas e cobra solução da ONU para a criação do Estado palestino em coletiva em Nova York
O Presidente Lula, em entrevista na Assembleia Geral da ONU em Nova York, reiterou a condenação aos atos do Hamas, afirmando que o grupo não deveria ter provocado um conflito onde o povo palestino é vitimado. Ele classificou a situação em Gaza como 'genocídio' e cobrou uma ação mais incisiva do Conselho de Segurança da ONU, defendendo a criação do Estado palestino como a única solução duradoura para o conflito, alinhado à posição brasileira desde 2010.
Tucupi

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O Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante sua participação na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) em Nova York, abordou novamente a escalada da violência no Oriente Médio, referindo-se aos acontecimentos em Gaza como um ato de 'genocídio'. As declarações do chefe de Estado brasileiro reforçam a postura crítica do governo frente ao conflito, gerando repercussão tanto no cenário internacional quanto no debate político interno do Brasil, que frequentemente monitora as implicações diplomáticas de tais posicionamentos.
Em um pronunciamento feito em coletiva de imprensa na sede da ONU, o Presidente Lula direcionou críticas específicas ao grupo Hamas, embora tenha mantido a condenação inicial aos atentados contra cidadãos de Israel. Lula pontuou que a ação do Hamas culminou em um sofrimento desproporcional para a população palestina. “O Hamas não pode ter feito o que fez e deixar o povo se matar, ser assassinado, como está sendo”, declarou o mandatário, sinalizando que a resposta subsequente ao ataque inicial resultou em uma tragédia humanitária que exige intervenção internacional imediata e firme, conforme noticiado pela Record News.
Adicionalmente, o líder brasileiro utilizou o fórum da ONU para pressionar por uma resolução concreta para o impasse de longa data. Ele argumentou que o Conselho de Segurança, que anteriormente teve a capacidade de sancionar a criação do Estado de Israel, deve exercer sua autoridade para viabilizar a criação do Estado palestino. Segundo a perspectiva apresentada por Lula, a coexistência de dois estados, israelense e palestino, operando em harmonia, permanece como a única via pacífica e sustentável para encerrar o ciclo de violência na região. Esta posição diplomática brasileira, segundo o texto original, é mantida pelo país desde o ano de 2010, destacando a consistência da política externa nacional neste tema específico (Fonte: https://noticias.r7.com/record-news/hora-news/video/o-hamas-nao-pode-ter-feito-o-que-fez-e-deixar-o-povo-se-matar-diz-lula-24092025/).
Embora as declarações sejam focadas na geopolítica internacional, a posição firme do governo brasileiro sobre temas sensíveis como este costuma gerar debates no Congresso Nacional e impactar a percepção pública, o que, por sua vez, pode ter ecos nas discussões políticas estaduais, incluindo o Amazonas, visto que questões de política externa frequentemente pautam a relação entre o Governo Federal e as unidades da federação, especialmente em momentos de grande atenção midiática internacional.
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