Aéreas consideram desenho do FNAC inacessível e defendem ajustes, incluindo aumento de voos na Amazônia

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) considera que as regras atuais para acesso aos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) tornam o crédito inacessível para as companhias aéreas (Latam, Azul e Gol). Embora a iniciativa do governo seja vista como positiva, a entidade aponta obstáculos de custos e contrapartidas, como o aumento de 30% na proporção anual de voos para as regiões da Amazônia Legal e do Nordeste, defendendo ajustes no desenho do fundo.

Tucupi

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Aéreas consideram desenho do FNAC inacessível e defendem ajustes, incluindo aumento de voos na Amazônia
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A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), que representa as companhias Latam, Azul e Gol, manifestou preocupação de que o desenho atual das normas para a concessão de empréstimos via Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) impede o setor de acessar o crédito disponível. O presidente da entidade, Juliano Noman, reconheceu a iniciativa governamental como positiva, mas afirmou que os obstáculos de custos e contrapartidas tornam o produto inacessível no momento. Segundo a Abear, já estão sendo elaboradas sugestões para apresentar ao governo visando a melhoria do mecanismo. Entre as exigências para acessar os R$ 4 bilhões disponibilizados, destaca-se a obrigação de aumentar em 30% a proporção anual de voos nas regiões da Amazônia Legal e do Nordeste, em comparação com os números de 2024. As empresas também devem se comprometer com a compra de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) para redução de emissões. A informação foi originalmente publicada pela CNN Brasil (https://www.cnnbrasil.com.br/economia/negocios/aereas-consideram-desenho-do-fnac-inacessivel-e-defendem-ajustes/).

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