Justiça decreta prisão preventiva de suspeito de abusar e causar a morte de cadela em Manaus
A Justiça do Amazonas decretou a prisão preventiva de Mauro Costa, 22 anos, suspeito de zoofilia contra uma cadela na zona norte de Manaus. A prisão ocorreu após a repercussão de um vídeo onde ele confessava o ato sob efeito de entorpecentes, detalhando que o animal morreu após o abuso.
Tucupi

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A Justiça do Amazonas determinou a prisão preventiva de Mauro Costa, de 22 anos, suspeito de cometer um ato de zoofilia contra uma cadela na zona norte de Manaus. A medida cautelar foi expedida após a intensa circulação de um vídeo nas redes sociais, no qual o jovem admitia ter abusado do animal, um fato que gerou grande comoção pública e indignação na capital amazonense. Inicialmente, o suspeito foi detido na última sexta-feira, mas acabou sendo liberado por não haver flagrante delito no momento da abordagem inicial realizada pelas autoridades competentes, apesar da natureza grave da acusação que pesava contra ele, conforme noticiado pelo Portal Do Holanda.
O caso ganhou contornos mais dramáticos após o suspeito ser novamente interrogado pelas autoridades. Durante o depoimento formal, Mauro Costa manteve sua confissão registrada no vídeo, detalhando que cometeu o ato sob influência de substâncias entorpecentes, alegando ter sido motivado por “curiosidade” e o desejo de “experimentar”. Mais chocante ainda, ele revelou às autoridades que o animal, uma cadela, já estava sem vida quando a investigação sobre o abuso começou a avançar de forma mais intensa, um desfecho trágico que intensificou o clamor por sua detenção imediata e definitiva.
A mobilização para a localização e posterior prisão do indivíduo envolveu um esforço conjunto entre a Polícia Civil do Amazonas e a Secretaria de Estado de Proteção Animal do Amazonas (Sepet-AM), demonstrando a seriedade com que as instituições locais estão tratando os crimes contra a fauna. Apesar da clara reprovação social, a legislação brasileira estabeleceu barreiras iniciais para a custódia, uma vez que a prisão em flagrante não se configurou no primeiro contato. Contudo, diante da confissão gravada e da gravidade dos fatos apurados, o Poder Judiciário reavaliou a situação e concedeu a prisão preventiva, visando resguardar a ordem pública e garantir o prosseguimento adequado do inquérito policial.
Com a decretação da prisão preventiva, Mauro Costa permanecerá sob custódia judicial enquanto o inquérito sobre o caso é concluído pelas equipes policiais. Espera-se que o suspeito responda por infrações tipificadas na Lei de Crimes Ambientais, com possíveis agravantes decorrentes da morte da cadela, conforme a legislação ambiental brasileira. A Polícia Civil reitera a importância da participação da comunidade manauara, incentivando denúncias anônimas de maus-tratos, o que é considerado vital para o enfrentamento e repressão a crimes cometidos contra os animais no estado do Amazonas.
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