Corpo de piloto de ultraleve que caiu em Copacabana é resgatado no Rio de Janeiro

O corpo do piloto de um ultraleve que caiu na praia de Copacabana, Rio de Janeiro, foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros. A aeronave realizava voos de propaganda. Apenas o piloto estava a bordo e o acidente ocorreu próximo ao Posto 3.

Tucupi

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Corpo de piloto de ultraleve que caiu em Copacabana é resgatado no Rio de Janeiro
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As equipes de resgate do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro completaram, na tarde deste sábado (27), o trabalho de recuperação do corpo do piloto da aeronave de pequeno porte que precipitou na orla da Praia de Copacabana. O ultraleve, identificado como um monomotor matrícula PT-AGB, estava em serviço, realizando voos de propaganda, uma atividade comum na movimentada orla carioca em dias de forte sol. O alerta de emergência foi acionado por volta das 12h34, mobilizando um grande contingente de mais de 30 agentes em uma operação complexa que envolveu o uso de recursos aéreos, como drones, embarcações aquáticas, mergulhadores e até mesmo sonar para auxiliar na varredura do fundo do mar em busca de vítimas e destroços da aeronave. Após aproximadamente duas horas de buscas intensivas, os bombeiros confirmaram a localização e remoção do corpo da água, que foi imediatamente encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para os procedimentos formais de identificação. Informações preliminares fornecidas pela Torre de Controle de Voo de Jacarepaguá indicam que, conforme o plano de voo, o piloto estava sozinho a bordo da aeronave no momento do acidente. A queda aconteceu em um ponto sensível da orla, especificamente na altura do Posto 3, uma área de grande circulação de banhistas e nas imediações do tradicional Copacabana Palace, local que historicamente sedia estruturas para grandes eventos, o que adiciona uma camada de atenção logística à ocorrência. Detalhes sobre a aeronave revelam que o ultraleve é um modelo que se assemelha a um Cessna 170A, uma máquina concebida para operar com apenas um ocupante. Os registros da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), através do Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), apontam que a propriedade e operação do avião pertencem à empresa Visual Propaganda Aérea – Eireli. Mais notavelmente, o status de aeronavegabilidade da aeronave estava classificado como 'normal', indicando que o veículo estava apto para voar, o que levanta questões importantes para a investigação subsequente sobre a causa exata da pane ou falha que culminou na queda fatal. A investigação técnica, que buscará determinar as circunstâncias precisas do evento, já foi iniciada pelas autoridades competentes, conforme noticiado originalmente pelo Jornal de Brasília.

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