Análise Estatística da Copa do Brasil: O Feito de Dorival e os Números da Competição

Análise estatística detalhada da Copa do Brasil, focando no desempenho de Dorival Júnior por igualar o recorde de Felipão de quatro títulos. O texto explora métricas como média de gols (baixa, 0,8), finalizações, pressão defensiva (PPDA) e aproveitamento de dribles, citando o desempenho de clubes como Remo, Internacional e Fluminense, apesar de a final ter sido entre Vasco e Corinthians.

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Análise Estatística da Copa do Brasil: O Feito de Dorival e os Números da Competição
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Destaque
A coluna especializada "Pitaco do Guffo", publicada no portal Lance!, trouxe uma retrospectiva estatística aprofundada sobre a última edição da Copa do Brasil, competição que se encerrou com a vitória do Corinthians sobre o Vasco da Gama no Maracanã. O destaque analítico recai sobre o técnico Dorival Júnior, que, ao conquistar o título, conseguiu igualar o recorde histórico de Felipão, somando quatro taças da competição nacional, consolidando-se como um mestre em torneios eliminatórios. O artigo detalha que, em uma edição que envolveu 92 equipes sob o formato de jogos únicos nas fases iniciais, a cautela tática prevaleceu, resultando em uma média geral de gols por partida consideravelmente baixa, de apenas 0,8 gol. Essa cifra fica aquém dos Gols Esperados (xG) projetados, que giraram em torno de 1,1 por jogo, sinalizando uma dificuldade na conversão de oportunidades criadas ao longo do mata-mata. Em termos de volume ofensivo e criação de jogadas, os dados coletados pela SportsBase revelam que, em média, as equipes geraram 4,1 chances claras por jogo e efetuaram cerca de 10 finalizações por partida. No entanto, a precisão demonstrou ser um ponto fraco recorrente, visto que a taxa de acerto — finalizações que encontraram o caminho da meta — ficou estagnada em meros 3,8 chutes certos por jogo. Paralelamente, a análise do terço final do campo apontou que o sucesso nos dribles se manteve em torno de 49%. Embora esse percentual possa parecer modesto em comparação com ligas europeias, ele é considerado competitivo no contexto da Copa do Brasil, principalmente quando se considera a intensa pressão pós-perda de posse (PPDA) exercida pelos adversários, que registrou uma média de 5,5, indicando uma alta intensidade defensiva nas imediações da área rival. Embora o título tenha ficado com o Corinthians e a final tenha sido disputada por Vasco e o próprio Timão, a análise estatística prestou homenagem a desempenhos específicos de outras equipes que se destacaram em nichos métricos. O Remo, por exemplo, demonstrou uma performance defensiva exemplar, alcançando 80% de eficácia no quesito pressão pós-perda de posse, superando inclusive o Palmeiras, que obteve 69% de aproveitamento nessa área. Já no campo ofensivo, o Internacional liderou a competição com uma média impressionante de 2,9 Gols Esperados por jogo, enquanto o Fluminense se sobressaiu na média de gols efetivamente marcados, com 2,2 tentos por partida. Estes números reforçam a tese do colunista de que a soma de métricas individuais elevadas não garante a conquista final em um torneio de alta complexidade e eliminações rápidas como a Copa do Brasil, conforme noticiado em [https://www.lance.com.br/futebol-nacional/pitaco-do-guffo-os-numeros-da-copa-do-brasil.html].

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