O Fim da Magnitsky, Terras Raras em Negociação e Abreviação do Desenvolvimento do Amazonas
O artigo de opinião critica duramente a decisão do governo brasileiro de usar o relaxamento das sanções da Lei Magnitsky como moeda de troca em negociações internacionais, especialmente em detrimento do desenvolvimento estratégico do Amazonas. O autor argumenta que essa ação enfraquece a posição soberana do Brasil, ao negociar ativos estratégicos como as terras raras, priorizando o alívio político imediato em vez de investir em ciência, processamento local e agregar valor aos recursos minerais no estado.
Tucupi

Destaque
Um artigo de opinião assinado por Hissa Abrahão, veiculado em 16 de dezembro de 2025, levanta sérias preocupações sobre a política externa brasileira, focando na utilização do esvaziamento das sanções da Lei Magnitsky como moeda de troca em negociações. Segundo o autor, essa prática representa uma conveniência política imediata, desconsiderando o desenvolvimento de longo prazo do país, com especial impacto sobre o Amazonas.
O texto aponta que a Lei Magnitsky visa responsabilizar violadores de direitos humanos e agentes de corrupção. Ao relativizar este instrumento, o Brasil, na visão do colunista, sinaliza que princípios são negociáveis. Este contexto é diretamente ligado à negociação das reservas de terras raras, muitas concentradas na Amazônia. O autor lamenta que o foco permaneça na exportação do minério, e não no desenvolvimento de ciência, engenharia de materiais e formação de capital humano na região.
O Amazonas, segundo a análise, é o maior prejudicado, permanecendo preso ao modelo extrativista em vez de se tornar um polo de tecnologia avançada. O autor conclui que o Brasil optou por uma barganha de curto prazo, trocando o potencial de se tornar um eixo de desenvolvimento tecnológico pela conveniência política, um movimento que, ao invés de construir o futuro, apenas adia ajustes estruturais necessários. (Fonte: https://www.portaldoholanda.com.br/hissa-abrahao/o-fim-da-magnitsky-terras-raras-em-negociacao-e-abreviacao-do-desenvolvimento-do-amazonas)
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