Suspeito de Agressão no SPA da Alvorada, em Manaus, Foi Expulso da Medicina da UEA e Responde a Processo por Estupro

Adriel Martins das Neves, o suspeito de agredir uma paciente no SPA da Alvorada, em Manaus, foi previamente expulso do curso de Medicina da UEA em 2021 por má conduta e é réu em um processo criminal por estupro. A Secretaria de Saúde do Amazonas repudiou o ato e iniciou apurações internas.

Tucupi

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Suspeito de Agressão no SPA da Alvorada, em Manaus, Foi Expulso da Medicina da UEA e Responde a Processo por Estupro
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Um grave incidente ocorrido em uma unidade de saúde em Manaus, o Serviço de Pronto Atendimento (SPA) da Alvorada, trouxe à tona o passado controverso do agressor, identificado como Adriel Martins das Neves. Flagrado em vídeo agredindo uma paciente, as subsequentes verificações revelaram que o indivíduo possui um histórico acadêmico e criminal preocupante, levantando sérias questões sobre os processos de contratação em serviços públicos de saúde na capital amazonense. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) emitiu uma nota oficial condenando veementemente a violência praticada, reforçando o compromisso com a ética e a dignidade humana, elementos essenciais no atendimento de urgência e emergência que foram claramente violados neste contexto específico de agressão reportada pela mídia local. Este evento desencadeou uma onda de indignação na sociedade manauara, exigindo transparência sobre como um indivíduo com tal perfil conseguiu ser alocado em uma posição de contato direto com o público em um ambiente hospitalar. Documentos oficiais obtidos junto à Universidade do Estado do Amazonas (UEA) confirmam que Adriel Martins das Neves foi formalmente excluído do curso de Medicina ainda no ano de 2021. A medida disciplinar extrema foi fundamentada no Artigo 5º, inciso V, do regimento interno da universidade, que estipula a exclusão por condutas que atentem contra a moralidade ou a dignidade da vida universitária. Esta expulsão acadêmica anula qualquer alegação de que ele estivesse atuando como estudante ou interno regularmente vinculado à rede de saúde, expondo uma possível falha crítica na fiscalização do seu vínculo profissional com a empresa terceirizada que o alocou no SPA da Alvorada. A situação exige um esclarecimento imediato sobre os mecanismos de verificação de idoneidade adotados pelas contratantes para evitar que profissionais com histórico de conduta inadequada sejam inseridos no sistema de saúde pública. Adicionalmente, aprofundando a investigação sobre o passado do suspeito, consultas em portais públicos de justiça revelaram que Adriel Martins das Neves é réu ativo em um processo movido pelo Estado do Amazonas, acusado especificamente pelo crime de estupro. Esta denúncia criminal de alta gravidade, somada à sua expulsão da faculdade de Medicina, coloca em xeque os protocolos de checagem de antecedentes criminais e profissionais utilizados pelas empresas contratadas pelo Governo do Amazonas para fornecer mão de obra para a rede de saúde estadual. A Polícia Civil de Manaus assumiu a investigação para apurar não só os detalhes da agressão física recente, mas também a legalidade e a idoneidade de seu contrato de trabalho na unidade de saúde, pressionando as autoridades a reverem urgentemente os mecanismos de controle sobre o pessoal terceirizado em hospitais e UPAs. A SES-AM já comunicou formalmente que notificou a empresa terceirizada responsável pela alocação do profissional e que instaurou procedimentos administrativos internos para apurar as responsabilidades. A secretaria também assegurou que medidas judiciais serão tomadas para garantir a devida responsabilização de todos os envolvidos, incluindo a empresa contratante. O caso, que chocou a comunidade de Manaus ao ser divulgado amplamente nas redes sociais e na imprensa, serve como um alerta crítico sobre a segurança dos pacientes e a necessidade de rigor absoluto na seleção de profissionais que atuam no sistema público de saúde, especialmente em áreas sensíveis como a atenção primária e de urgência. Mais detalhes sobre o desenrolar das investigações policiais deverão ser divulgados nos próximos dias, à medida que a Polícia Civil avança nos depoimentos e na coleta de provas, enquanto a população aguarda respostas concretas sobre as falhas sistêmicas expostas.

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