Bioeconomia e Liderança Climática: Os Desafios Atuais da Amazônia Diante do Ponto de Não Retorno

O artigo discute a proximidade do ponto de não retorno para ecossistemas como a Amazônia e aponta a bioeconomia como uma possível saída, ressaltando que os países amazônicos ainda recebem uma fatia mínima desse mercado global. Também menciona a posição do Brasil em relação às metas climáticas e a importância de liderar ações ambientais.

Tucupi

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Bioeconomia e Liderança Climática: Os Desafios Atuais da Amazônia Diante do Ponto de Não Retorno
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Especialistas alertam que a Amazônia se aproxima de um ponto de não retorno, embora ainda existam caminhos a seguir, como o mercado global de bioeconomia, que deve atingir US$ 7,7 trilhões até 2030, conforme projeções do BID. Contudo, os países amazônicos ainda capturam uma parcela insignificante desse valor. O renomado especialista em Amazônia, Philip Fearnside, sugere que o Brasil deveria assumir a liderança nas ações contra as mudanças climáticas, em vez de apenas cobrar outras nações. Apesar de o Brasil ter atualizado sua meta climática no prazo, enfrentando grandes obstáculos internos, há uma ambição declarada de liderar a agenda ambiental global. Os desafios permanecem significativos para a proteção da floresta, conforme detalhado em reportagem publicada pelo Estadão (https://www.estadao.com.br/150-anos/terra-em-transformacao/).

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